ABRADI busca maior transparência em campanhas eleitorais com divulgação do Código de Conduta

A Associação Brasileira do Agentes Digitais (ABRADI) divulgou o “Código de Conduta para Agentes Digitais em Campanhas Eleitorais”, visando conscientizar e reforçar a responsabilidade de todos os que trabalharão com as eleições em 2018.

O material conta com recomendações para empresas e profissionais da área digital, explicando como devem agir nas redes sociais durante as campanhas eleitorais. O principal objetivo do código é orientar as entidades a respeito de temas que estão ocupando todas as principais discussões sobre comunicação atualmente, como perfis falsos e utilização de redes sociais para impulsionamento de candidaturas.

Além disso, o material também conta com uma cartilha especial para tratar de fake news, que enumera cinco regras para a tentativa de combate a essas notícias. Para Marcelo Sousa, presidente da ABRADI, “a Internet propiciou inúmeras oportunidades e um ambiente de convivência de todos, mas agentes mal-intencionados estão manchando a legitimidade do mercado da comunicação, especialmente quando se trata de campanhas eleitorais na Internet”.

Para a confecção do código, a Associação Brasileira do Agentes Digitais reuniu especialistas de diversas áreas de atuação a fim de elaborar o melhor material possível. Alguns dos participantes foram: Associação Brasileira de Agências de Publicidade (Abap), Associação Brasileira de Marketing de Dados (Abemd), Associação Brasileira das Agências de Comunicação (Abracom), Federação Nacional das Agências de Propaganda (Fenapro) e Interactive Advertising Bureau (IAB Brasil).

Alexandre Gibotti, diretor-executivo da ABRADI e coordenador do Código, promete continuar fazendo atualizações no material para se adaptar ao que está por vir. “Como vivemos em um ambiente digital em contínuo processo evolutivo e que todas as partes da sociedade civil estão em aprendizagem permanente, esperamos que este documento seja continuamente aperfeiçoado com a participação de todos, de maneira democrática, colaborativa e isonômica”, explica Gibotti.

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