126º Pão com Manteiga, da KF Comunicação, aborda o tema “Aqui tem comunicação corporativa”

Como o mercado de comunicação é visto e qual é o seu futuro? O que os clientes ainda não descobriram sobre as agências de comunicação e poderiam lucrar com isso? O Pão com Manteiga, iniciativa da KF Comunicação –associada Abracom – trouxe uma reflexão sobre as respostas dessas questões, em sua 126ª edição, no dia 27 de abril.

O tom do evento também foi de celebração pelos 25 anos da KF e 15 da Abracom, segundo Claudia Zanuso, conselheira fiscal e coordenadora do grupo de comunicação interna da entidade e sócia-proprietária da agência. Já Gisele Lorenzetti, da LVBA e presidente do conselho de ética da Abracom, e Ciro Dias Reis, da Imagem Corporativa e integrante do conselho consultivo da instituição, foram os convidados especiais da ação.

Irene Ruberti, coordenadora de projetos da associação, abriu o café mostrando um vídeo sobre a Campanha Somos Comunicação Corporativa (https://www.youtube.com/watch?v=1Am234nmbK8). Ele apresenta a diversidade de serviços de comunicação aliada à multidisciplinaridade dos profissionais.

Como o mercado de comunicação é visto e qual é o futuro dele?

Na opinião de Gisele Lorenzetti, da LVBA, a comunicação corporativa ainda é muito ferramental. “Há dilemas diários para engajar e envolver os públicos”. E, dentro deste cenário, como ficam as empresas? “Cabe a elas ajustarem-se ao momento histórico. Foi-se o tempo em que bastava desenvolver um produto de qualidade, ter uma abordagem de marca criativa e traçar estratégias de venda”, enfatiza.

Hoje, é preciso mais. De acordo com a executiva é necessário entender que mundo vive em uma acelerada transformação, no qual a comunicação é essencial. Isso porque, ele está na era da reputação. “Tendo em vista esta nova realidade e a cobertura da mídia, algumas organizações não se comunicam apenas estrategicamente, mas elas mesmas são a comunicação estratégica”.

O estudo

A professora Andréia Athaydes da ULBRA, responsável pelo Latin American Communication Monitor (LCM) 2016-2017, marcou presença no encontro. “Temas como o uso do Big Data, a automatização da comunicação, competências dos comunicadores em função de gestão e mídias sociais e  novos modelos para capacitação de altos executivos figuraram entre as questões no estudo. No âmbito da comunicação estratégica, o Big Data, por exemplo, apresenta a necessidade da gestão em tempo real ligada a perspectiva proativa, na qual se baseia na escuta dos públicos”.
 
Segundo a especialista, a pesquisa identifica características de excelência na área e permite comparações por países, por tipo de organização etc., trazendo resultados relevantes em nível mundial. “Seu desenvolvimento foi online com foco em profissionais de comunicação ativos em agências, organizações e freelancers”.

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O que clientes ainda não descobriram sobre as agências de comunicação corporativa e poderiam lucrar com isso?

Com cerca de 200 associados em 19 estados e no Distrito Federal, a Abracom valoriza a cultura da comunicação corporativa e institucional por meio de posicionamentos éticos, excelência técnica e adoção das melhores práticas de gestão, contribuindo para a ampliação e fortalecimento do mercado. Portanto, contratar uma agência associada Abracom faz toda a diferença. Para a professora Izolda Cremonine, da ESPM, também presente no evento, o papel da entidade é discutir a vanguarda.

Para Claudia Zanuso, as agências podem ocupar o espaço entre academia e mercado, melhorando, desta forma, a interlocução com os clientes. “Nossos serviços apresentam diferenciais em conhecimento específico com o objetivo de aportar empresas por meio de experiência práticas, contribuindo para a imagem corporativa”.

E não por acaso, Imagem Corporativa é o nome da agência liderada por Ciro Dias Reis, integrante do conselho consultivo da associação. Para concluir o café, coube a ele enumerar atitudes para os comunicadores adotarem como mantras de mudança do atual modelo mental. Veja:

1. Ser mais persuasivo como colegas da área de publicidade
2. Deixar de lado a visão tímida sobre comunicação corporativa no Brasill
3. Reforçar a consciência de classe
4. No mercado, é preciso falar grosso; se impor;  e sentar à mesa com os adultos
5. Agir de forma articulada
6. Construir um ambiente propício para o negócio, cuidar do seu ecossistema
7. Se o negócio não oferecer margem, melhor não o fazer
8. E ter liberdade para sonhar e ampliar as nossas perspectivas.

Fonte: http://klaumonforma.com.br/2014/?p=2832
 

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